// Supercordas

Foto: Cristiano Andrigheto


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// DISCOGRAFIA
// HISTÓRICO DE APRESENTAÇÕES
// VIDEO-CLIPE
// O QUE DISSERAM

// RELEASE

Partículas atômicas com crise de identidade, o horizonte pelado no olho do sapo, ecos de psicodelia sessentista fotossintetizados por folhas de cana-de-açúcar de uma terra temporalmente distante. Tudo isso, ou apenas uma Utopia Líquida emanada de cinco cabeças agrupadas pelo som das nuvens e paisagens úmidas e barulhentas.

Os Supercordas já vibraram materialmente por oito capitais brasileiras e um caldeirão de outras cidades por aí afora em desde 2003, quando lançaram o EP caseiro A Pior das Alergias pela Midsummer Madness. Em 2005 espalharam seus tentáculos pela internet com outro EP caseiro, o espacial Satélites no Bar.

Desde então, entraram num redemoinho de acontecimentos: foram apontados pela revista Bizz como um dos “13 nomes que realmente importam no novo rock” e se apresentaram em diversas casas no Rio e em São Paulo, e viajaram a Brasília (Super Noites Senhor F) e Goiânia (Festival Bananada).

Um turbilhão de convites para apresentações e muito mais visibilidade levaram a banda a gravar seu primeiro álbum – Seres Verdes ao Redor – com uma sonoridade mais polida. O grupo iniciou a produção do disco nos estúdios da Trama em São Paulo (depois de ter ganho 36 horas de gravação num concurso do TramaVirtual e da revista Capricho) e concluíu o trabalho em casa – no Rio e em Parati.

Lançado no final de 2006, pela Trombador Discos, o ganhou elogios da crítica especializada pela beleza e frescor de sua psicodelia bucólica e rendeu à banda novos convites para se apresentar em programas de televisão (TramaVirtual/Multishow, Radiola/TV Cultura, MTV, Alto Falante), festivais (Coquetel Molotov, Planeta Terra, Calango, Garimpo), além de concertos pelo interior paulista (Ribeirão Preto, Araraquara e Franca) e pelas cidades de Curitiba, Florianópolis, Belo Horizonte, Juiz de Fora, além de Rio de Janeiro (Circo Voador, festa Loud!) e São Paulo, onde tiveram a oportunidade de dividir palco com Fernanda Takai, no projeto Supernovas, do CCBB.

Os Supercordas são Pedro Bonifrate (vocal e guitarra), Diogo Valentino (baixo e vocal), Kauê Ravaneda (guitarra e backing vocal), Filipe Giraknob (guitarra e efeitos) e Digital Ameríndio (bateria) e eles estão preparando um novo disco a ser lançado em 2010.

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// DISCOGRAFIA

capa mágicaJpg
Mágica
Single – Shroom Records, 2008
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seresverdes.jpg
Seres Verdes ao Redor: Música para Samambaias, Animais Rastejantes e Anfíbios Marcianos
CD – Trombador Discos/Tratore, 2006
OUÇA:Frog Rock“; “Ruradélica“; “Sobre o Frio
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ruradelica.jpg
Ruradélica
Single – Trombador Discos, 2006
Disponível para download no site www.tramavirtual.com.br/supercordas

satelites.jpg
Satélites No Bar (EP+2)
EP – Shroom Records, 2005
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alergias.jpg
A Pior Das Alergias
EP – Midsummer Madness, 2003
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// HISTÓRICO DE APRESENTAÇÕES

    # 2009:
  • Mini-temporada @ Drinkeria Maldita, Rio de Janeiro
  • Festival Garimpo @ Belo Horizonte (MG) [05.10.09]
    # 2008:
  • Radiola @ TV Cultura [15.12.08]:

    • # 2007:
    • Festival Planeta Terra @ São Paulo[10.11.07]
    • Prata da Casa @ SESC Pompéia, São Paulo (SP) [25.09.07]
    • Supercordas @ Música de Bolso:

    • Festival Coquetel Molotov @ Recife (PE) [14.09.2007]
    • Funhouse @ São Paulo [24.08.07]
    • Porão do Rock (com Banda Gentileza e Charme Chulo) @ Curitiba (PR) [20.07.07]
    • Peligro tocando Beatles @ Milo Garage, São Paulo [19.07.07]
    • Inferno Club (com Instiga) @ São Paulo [13.07.07]
    • A Obra @ Belo Horizonte [21.06.2007]
    • Cinematheque @ Rio de Janeiro [19.06.07]
    • Trama Virtual @ Multishow

    • Mercado Mistureba @ Teatro Odisséia, Rio de Janeiro [03.06.07]
    • Audio Rebel @ Rio de Janeiro [05.05.07]
    • Brasa @ Clube Berlin, São Paulo [25.05.07]
    • Teatro Álvaro de Carvalho (com Verano) @ Florianópolis (SC) [26.04.07]
    • Supernovas @ CCBB, São Paulo (SP) [24.04.07]
    • Zero Zero Festival @ Taubaté (SP) [13.04.07]
    • Wonka Bar @ Curitiba (PR) [24.03.07]
    • MINI-TOUR INTERIOR SP COM LUDOVIC
      Festa Studio Eleven @ Franca (SP) [15.03.07]
      Festa Groselha Fuzz @ Ribeirão Preto (SP) [16.03.07]
      Festa Veludo Subterrâneo @ Araraquara (SP) [17.03.07]
    • Festa Pílula Pop (com Dead Lovers) @ A Obra, Belo Horizonte (MG) [04.01.07]
    • Studio SP (com Os Telepatas) @ São Paulo [26.01.07]
      # 2006:
    • Lançamento “Seres Verdes ao Redor” @ CCSP, São Paulo [25.11.06]
    • Lançamento “Seres Verdes ao Redor” @ Casa Hombú, Rio de Janeiro [08.12.06]
    • Tolosa Festival @ Paraty (RJ) [21.10.06]
    • Superblast @ Oasis Club, São Paulo [08.07.06]
    • Guifest @ Clube Belfiore, São Paulo [04.07.06]
    • Festival Bananada @ Goiânia [21.05.06]
    • Teatro Odisseia @ Rio de Janeiro [16.05.06]
    • Funhouse @ São Paulo [12.05.06]

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    // VÍDEO-CLIPE

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    // O QUE DISSERAM

    “E o Supercordas, que é uma das melhores bandas da atualidade e talvez tenha o melhor compositor dessa nova leva, que é o Bonifrate.”
    - Dago Donato, entrevista para o Jornal O Povo

    “Uma revisão pós-tudo das plantações lisérgicas do rock rural, do space rock e da psicodelia.”
    - Cláudio Szynkier, Revista Bizz

    SERES VERDES
    Um dos mais refrescantes e originais discos recentes do pop brasileiro”
    - Thiago Ney, Folha de São Paulo

    É quase como uma continuação brasileira do antológico Pet sounds, dos Beach Boys.”
    Antônio Carlos Miguel, O Globo

    “O emocionante disco de estréia do Supercordas é daquela espécie de obra que transcende os limites da cena independente e, mesmo de sua época, e deixa marcas profundas em sua geração. Um fato tão evidente que nem a ditadura do jabá, a dependência cultural externa e a burocracia das novas e velhas elites pensantes podem obscurecer.”
    Fernando Rosa, Senhor F

    “Tocam e cantam bem e não têm o menor ímpeto adolescente de ‘chocar’ o ouvinte com agressividades vãs. Antes, adoram suas canções onírico-teúricas com detalhes de arranjos delicados, barulhinhos graciosos e melodias redondas, com um pé no folk dos Secos & Molhados e outro na estratosfera.”
    - Ricardo Alexandre, Revista Bizz

    “É algo que fica entre Mutantes, Raul Seixas e Beatles. Despretensioso e livre musicalmente”
    - Tatiana Wuo, Revista Rolling Stone

    “Num tempo em que o rock carioca se divide entre clones dos Los Hermanos e emuladores dos sons modernos de Nova York e Londres, o quarteto assume uma bicho-grilagem que chega a ser comovente – em sua recusa a embarcar nas últimas modas. (…) Alienígena em sua terra, o som do grupo tem paralelo nacional no rock gaúcho de nomes como Júpiter Maça e Os The Dárma Lóvers. Uma psicodelia brejeira que pode ter suas raízes no Clube da Esquina, no rock rural setentista ou nos Mutantes – ou na onda revivalista gringa puxada por grupos como Flaming Lips ou Neutral Milk Hotel. Ou, ainda e por que não?, na fonte inesgotável que são os Beatles. Em “Ruradélica” e seu arranjo vocal, ou na levadinha inconfundível de “Sobre o frio”, sente-se a influência de modo marcante. Eles não param por aí.”
    - Marco Antônio Barbosa, Jornal Musical

    “A música é cheia de referências, da psicodelia lo-fi de Olivia Tremor Control, passando pelo rock rural de Sá, Rodrix & Guarabyra, o primeiro disco de Júpiter Maçã, Beatles (e Paul McCartney do primeiro disco), Clube de Esquina, Pink Floyd em seu mais idílico, tudo para disfarçar, com rock aparentemente preguiçoso e casual, um forte senso melódico e de atenção a detalhes de arranjos. Uma série de músicas simples, mas cheias de barulhinhos e camadas sonoras que parecem não estar lá, como bichos e ervas no meio de uma plantação.”
    - Fabio Bianchini, Diário Catarinense

    “A psicodelia rural do Supercordas poderia ser facilmente associada ao legado do Clube da Esquina, dos Mutantes e dos Novos Baianos. Mas vai além das referências, ao exibir a adolescência de um estilo desenvolvido desde os anos 1990 pelos amigos (Diogo) Valentino e (Pedro) Bonifrate – o último, compositor e vocalista. (…) As influências do Supercordas não são o novo rock de um Strokes ou o emocore (muito menos Roberto e Erasmo), mas o folk psicodélico do Olivia Tremor Control e do Flaming Lips, o country rock atualizado do Wilco.”
    - Daniela Paiva e Tiago Faria, Correio Brasiliense

    O nome, a capa, a decoração do palco nos shows da banda e, claro, principalmente o som agridoce das músicas, formam um álbum conceitual sobre psicodelia rural, com violas, harmonias, efeitos de theremim e letras sobre sapos orquestrais, rios de leite e sonos de maracujá.
    - Wilson Farina, Banana Mecânica

    “Saíndo direto da cena underground carioca, o Supercordas vai se confirmando como uma das promessas do pop nacional, exibindo criatividade, ousadia e inteligência, demonstrando que a música pop pode ser um produto de qualidade.”
    - Jornal O Sul de Minas

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