// Pata de Elefante
Pata de Elefante

Foto: Danilo Christidis



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// VÍDEOS
// O QUE DISSERAM

// RELEASE

O som instrumental do trio gaúcho Pata de Elefante, que apresenta seu terceiro trabalho em estúdio, pode ser baixado gratuita e legalmente na página do Álbum Virtual Trama, plataforma da gravadora Trama, a partir de 9 de abril de 2010. O formato “de graça pra você e remunerado pro artista” não possui proteção DRM, o que permite ao público copiar e gravar em qualquer mídia quantas vezes quiser. À banda é assegurado valor por seu trabalho.

Um disco que converte nuances, cores e oscilações das metrópoles em ondas sonoras. Essa é a pegada de Na Cidade, trabalho que mantém a identidade musical do grupo (marcada pela heterogeneidade), mas difere-se dos discos anteriores.

Se Um Olho no Fósforo, Outro na Fagulha (2008) tem um pé no campo, com muito folk-rock e country-rock, Na Cidade é um CD urbano e dançante. A preocupação com o ritmo permeia cada uma das 13 faixas. “Se as pessoas presentes na gravação reagissem naturalmente, se embalando com a música, sabíamos que estávamos no caminho certo”, comenta o guitarrista Daniel Mossmann.

A sonoridade heterogênea da Pata pode ser percebida nas variações de dinâmica e intenção em cada música. O embalo dançante é acentuado em “Diga-me com quem andas e te direi se eu vou junto”, “Psicopata” e “Grande Noite”. Há também o samba-rock “Vazio na cerveja” e influência da música latina nas faixas “Pesadelo no Bambus” e “À luz de velas”. “Sai da Frente” é explosiva, enquanto “Um pouco antes de dormir” é uma balada. Já “De volta pela manhã” celebra a diversidade e traz a assinatura do trio, que pela primeira vez compõe em parceria.

Mais uma vez, a banda contou com o talento do tecladista Luciano Leaãs (Fernando Noronha & Black Soul, Acústicos e Valvulados e Locomotores) que tocou órgão Hammond, piano, cravo e Clavinet. Músicos convidados e instrumentos como sax, trombone, percussão, piano Rhodes e vibrafone enriquecem o ambiente sonoro dos novos temas.

Na Cidade tem produção musical de Júlio Porto (ex-guitarrista da Ultramen). A mixagem foi responsabilidade de Beto Machado. Gravado nos Estúdios Trama, em São Paulo, o disco viajou até Liverpool para ser masterizado no Abbey Road, onde passou pelas mãos de Steve Rooke, que remasterizou discos da carreira solo de John Lenonn (Mind Games, Imagine, Plastic Ono Band, entre outros) e Paul McCartney (como Run Devil Run), além de integrar a equipe que remasterizou toda a obra dos Beatles, lançada em setembro de 2009.

História
A banda porto-alegrense Pata de Elefante surgiu em janeiro de 2002, formada por Gabriel Guedes (baixo e guitarra), Daniel Mossmann (baixo e guitarra) e Gustavo Telles (bateria). O trio se diferencia por fazer rock instrumental com ênfase nas melodias. Suas músicas ganharam notoriedade ao atingir público acostumado a ouvir música com vocal. Gabriel e Daniel revezam-se entre guitarra e baixo, imprimindo a dupla sonoridade característica do grupo, sustentada pela bateria de Gustavo Telles. Os três são compositores, o que faz com que o grupo soe heterogênea, mas com unidade.

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// DISCOGRAFIA


Na Cidade
CD – Álbum Virtual Trama, 2010
FAÇA DOWNLOAD DO ÁLBUM COMPLETO


Um Olho no Fósforo, Outro na Fagulha
CD – Monstro Discos, 2008


Pata de Elefante
CD – Monstro Discos, 2004

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// DESTAQUES DA CARREIRA

  • Com seis anos de carreira, a banda é presença assídua nos principais festivais independentes do país. Já estivem no Abril Pro Rock, em Recife, no Calango, em Cuiabá, no Varadouro, em Rio Branco (Acre), no Demosul, em Londrina, no Goiânia Noise, entre muitos outros.
  • 2008 foi cheio para eles. Entre as turnês de divulgação do segundo álbum, Um Olho No Fósforo, Outro Na Fagulha, foram um dos selecionados do Programa Rumos Música, do Itaú Cultural. A conquista rendeu a gravação de um DVD e um CD ao vivo, que serão distribuídos para instituições culturais, educacionais, emissoras de rádio e veículos de comunicação, no Brasil e no exterior, em português, espanhol, inglês e francês.
  • Um Olho No Fósforo, Outro Na Fagulha rendeu um convite para tocarem no consagrado festival South By Southwest, realizado no Texas (EUA), e uma faixa (“Hey!”) entrou em uma coletânea da revista franco-brasileira Brazuca, que tem 40 mil exemplares distribuídos gratuitamente nas ruas de Paris.
  • Em fevereiro de 2010, o grupo se apresentou em Florianópolis, Curitiba, Tatuí, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Porto Alegre, por meio do projeto Instrumental RS, aprovado pelo Ministério da Cultura e pelo programa Petrobrás Cultural.

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// VÍDEOS

[Vídeo-clipe: "Um Olho No Fósforo, Outro Na Fagulha"]

[Vídeo-clipe: "Pata de Elefante"]

[Vídeo-clipe: "Soltaram!"]

[Vídeo-clipe: "Gato Que Late"]

[Televisão: "Pesadelo no Bambu's", Programa do Jô, TV Globo]

[Televisão: "Sai da Frente", Programa TramaVirtual, Multishow]

[Televisão: "O Dia Que a Casa Caiu", Programa Radar, TVE]

[Ao vivo: "Marta", Festival Calango, Cuiabá]

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// O QUE DISSERAM

“Sem um vocalista para concentrar os olhares do público, o apelo da Pata de Elefante fica todo em cima das melodias – diferentemente de outras bandas instrumentais, esse trio passa longe dos experimentalismos, calcadas na improvisação dos músicos. São composições em formato pop. (…) Esse caminho melódico ficou bem definido no segundo álbum da banda, ‘Um Olho no Fósforo, Outro na Fagulha’, que saiu em dezembro pelo selo Monstro Discos. Suas músicas passeiam pelo folk, pela surf music, vão do rock clássico ao psicodélico. Há uma variação temática que só é possível porque os integrantes da banda contribuem com composições.” – Thiago Ney, Folha de S. Paulo

“Pata de Elefante é um trio de rock instrumental como muitos, mas tem pouco a ver com a grande maioria das bandas do estilo. Nos shows de Gustavo Telles (bateria), Gabriel Guedes e Daniel Mossmann (se revezam entre guitarra e baixo), o público se diverte tanto quanto os músicos, menos concentrados em longos solos, mais preocupados em divertir.” - Marcelo Ferla, Rolling Stone

“Não vou gastar sílabas elecando as referências deste irretocável tio instrumental gaúcho. Não faria sentido. Os caras não estão tentando imitar ou fundir seus ídolos. E, ao mesmo tempo em que não há exatamente uma novidade no som que fazem, são profundamente originais. A explicação é uma só – sem pedantismo, sem virtuosismo gratuito, o Pata de Elefante se ocupa de cuidar muito bem dos detalhes das inspiradas melodias, de tirar o timbre ideal no estúdio e de descer a mão nos instrumentos quando todo o resto já está no lugar certo. É música boa pra cacete, forte, enxuta e elefante.” - Bruno Torturra Noguera, Revista Trip

“O grande desafio de se fazer rock instrumental é produzir um disco que possa ser apreciado também por ouvintes que não tocam um instrumento e não estão interessados em firulas técnicas e pirotecnias. Músicos como Steve Vai e o sueco Yngwie Malmsteen acabam produzindo álbuns consumidos, em grande parte, apenas por guitarristas. Não é o caso dos gaúchos do Pata de Elefante. Os instrumentistas do grupo são todos tarimbados, mas estão interessados em boas composições e melodias, e não em exibicionismo. Em seu segundo disco, o trio mostra um conhecimento enciclopédico da boa música instrumental, de Ventures a Jeff Beck.” – Izabela Liz, jornal A Notícia (Joinville)

“O trio gaúcho Pata de Elefante está atento a tudo, e a todos. Com ‘Um Olho no Fósforo, Outro na Fagulha’ a banda continua o caminho que iniciou com o primeiro CD, de 2004. (…) A Pata segue destruindo e reconstruindo o caminho da música instrumental brasileira de forma marcante e sem volta.” – Adreana Oliveira, Correio de Uberlândia

“As ‘canções’ passeiam por referências que são primordiais na concepção do grupo: blues, soul, surf music, psicodelismo e rock feito por nomes como Eric Clapton e The Band, na virada dos anos 60 para os 70. Há uma alternância de climas e ritmos, mas é explícita a unidade da obra.” – Michelle de Assumpção, Diário de Pernambuco

“O rock instrumental do passado tem futuro. Tem tido, mesmo que de forma quase que isolada no atual cenário brasileiro, como mostra o segundo CD do trio gaúcho Pata de Elefante. (…) A banda faz com que música instrumental não seja definitivamente música para músicos.” - Edson Wander, jornal O Popular (Goiânia)

“Espécie de resposta tropical para a reciclagem da classic rock das décadas de 1960 e 1970 (…), a Pata de Elefante não tem precedentes na cena brasileira. Como se não bastasse sua instigante mescla de psicodelia, surf music, blues e hard rock, esse trio gaúcho não conta com vocais. Som instrumental que pega na veia, sem meias palavras ou eufemismos verbais.” - Arthur G. Couto Duarte, O Estado de Minas (Belo Horizonte)

“Um Olho No Fósforo… traz 18 faixas, numa profusão de estilos e referências diversas na seara roquera. (…) A Pata marca posição com referências que sempre balizaram a construção da identidade sonora da banda, do blues ao soul, do psicodélico à surf music, com referÊncias constantes aos guitarristas Eric Clapton e Jimi Hendrix.” - Marcos Espínola, jornal Zero Hora (Porto Alegre)

“Um dos pontos fortes do novo disco [Um Olho No Fósforo, Outro Na Fagulha] é o ecletismo das faixas. Psicodelia a la Sgt. Peppers em Dom Genaro (Gustavo Telles), plenitude e paz em Presente para Mary O (Gabriel Guedes), country e rock em Estranha (Daniel Mossmann), a auto-explicativa Bolero das Arábias (Daniel Mossmann) e rockão com pedal steel em Carpeto Volatore (Gabriel Guedes). Outro diferencial desse segundo trabalho é a pluralidade de participações especiais e colaborações nos arranjos, com direito a eficientes e venenosas linhas de sopro, pianos, órgão, cítara e percussões, dando ares de big band em diversos momentos, como na faixa que dá titulo ao disco, um rock soul ao melhor estilo Ray Charles.” – Chico Bretanha, Zoom RS.

“Nome obrigatório nos festivais, os gaúchos do Pata de Elefante fizeram um show impecável, apesar do público pouco interessado. Com o repertório mais focado em seu último trabalho, Um olho no fósforo, outro na fagulha, reservou excelentes momentos, como na música “Marta”. Problema de quem perdeu o show.” – Cirilo Dias, Urbanaque

“Fiquei impressionado com a Pata de Elefante logo que vi/ouvi a banda, pelo tipo de som que os caras mostraram – naquele momento me pareceu uma mistura de Hendrix, Meters e Dick Dale. Algum tempo depois, eles tocaram em Brasília, em uma Noite Senhor F., e confirmaram a qualidade de sua música. Um som tocado com extrema habilidade e qualidade instrumental e, o mais importante, com muito feeling. Hoje, sinto que eles afirmaram sua sonoridade na cena alternativa, consolidando um caminho distante do óbvio, o que não é fácil.” – Fernando Rosa, Senhor F

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