Foto: Diego Cagnato
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// O QUE DISSERAM
Esqueça o cinza do céu de Curitiba e olhe a capa do disco que está à sua frente. Essa mistura multicolor é a melhor dica para saber o que virá por aí. Porque faz tempo que Curitiba não é mais a mesma em termos de música e a Banda Gentileza lança seu primeiro álbum de estúdio para comprovar a tese.
Depois de dois EPs gravados ao vivo (em 2005 e 2007), o sexteto curitibano escolheu o produtor Plínio Profeta – premiado com um Grammy Latino pela produção de Falange Canibal, de Lenine, além de ter trabalhos com Lucas Santtana, Pedro Luís e a Parede, Tiê, De Leve, entre outros – para arrematar seu retalho musical, original e surpreendente.
A versatilidade e a busca pelo novo e por novos horizontes sonoros sempre foram características definidoras do sexteto. Desde o primeiro show, em 2005, várias referências já dialogavam com tranquilidade, causando positiva inquietação em quem ouvia a Banda Gentileza pela primeira vez. Rótulos eram cada vez mais difíceis e, de certa forma, agora são excludentes e desnecessários.
Com seis integrantes, que tocam ao todo 16 instrumentos, as influências se multiplicam e o Espírito Festeiro vai à forra. Passam por samba, música folclórica do leste europeu, música caipira, rock e valsa, com espantosa unidade. E não se assuste porque tudo faz ainda mais sentido quando surge a poesia certeira de Heitor Humberto, vocalista e principal compositor do grupo, talento cancioneiro dos mais impressionantes nos palcos nacionais.
Duas participações foram decisivas para o resultado de Banda Gentileza. A primeira, de Plínio Profeta, que transita entre diversos estilos. A segunda veio do público, que pôde acompanhar as gravações ao vivo via streaming e pelo diário do sexteto no site da Agência Alavanca. Assim, nada mais justo que distribuir o álbum pela internet – o que a Gentileza fez, disponibilizando músicas, capa, encarte e letras. Além dos downloads – 1.500 apenas no mês que antecipou o lançamento, realizado em 14 de novembro, com show memorável no Espaço +Soma, em São Paulo –, a estratégia rendeu divulgação antecipada, com resenhas elogiosas pipocando em blogs, sites e revistas impressas de todo país.
Em tempos de enxurradas musicais sem precedentes – Queens of the Stone Age e Cartola dividem espaço em Ipods sem brigar –, a Banda Gentileza soube filtrar isso da melhor forma: fazendo boa música. Agora, “calcule o estrago por aí”.
Banda Gentileza é:
Heitor Humberto (vozes, guitarra, violino, cavaquinho)
Artur Lipori (trompete, guitarra, baixo, kazuo)
Diego Perin (baixo, concertina)
Diogo Fernandes (bateria)
Emílio Mercuri (guitarra, violão, viola caipira, ukelele, backings)
Tetê Fontoura (saxofone, teclado).

Banda Gentileza
CD – Independente, 2009
DOWNLOAD AQUI!
“O Indecifrável Mistério de Jorge Tadeu” – Banda Gentileza @ CCSP from Urbanaque.com.br on Vimeo.
“Piá de Prédio” – Banda Gentileza @ CCSP from Urbanaque.com.br on Vimeo.
tubo de ensaio – banda gentileza – música “sempre quase” from destilaria on Vimeo.
// O QUE DISSERAM
“Banda Gentileza valoriza música e letra ou, em outras palavras, é um conjunto que aposta nas canções, umas ligeiras, outras lentas. Tem rock, tem samba, tem mais. Há, sobretudo, o texto de heitor Humberto, o vocalista, que chama a atenção. (…) Se a Banda Gentileza vai acontecer? Basta ouvir o álbum para ter a resposta: eles já aconteceram.”
– Marcio Renato dos Santos, Gazeta do Povo“Gentileza é um discaço! Concorre desde já ao título de um dos melhores lançamentos do ano. A unidade do trabalho não está no ritmo ou no tema das músicas. Está na surpreendente capacidade criativa que faz de cada música um momento único, mas tudo se une sem perder a consistência.”
– Luiz Claudio Oliveira, Gazeta do Povo“Música caipira, valsa, bolero, samba, MPB… A Banda Gentileza mistura isso tudo e rima desamor com bom humor. (…) Além da mistureba, outro aspecto que chama a atenção é a efuziante presença de palco da rapaziada. A banda tem ultrapassado os limites da fronteira paranaense e viajado por São Paulo e pelo Sul do país com seus shows bastante animados.”
– Murislo Basso, Revista Billboard Brasil“Sax, trompete, violino, guitarra, música caipira, tango, chorinho, Wilco, Andrew Bird e Novos Baianos. Tudo isso entra na fórmula utilizada pela Banda Gentileza, em seu disco de estreia recém-lançado de forma independente.”
– Jarmeson de Lima, portal Yahoo!“O som e as letras têm frescor da novidade. (…) [Banda Gentileza] conquista a proeza com canções tão belas, arranjos sofisticados que deleitam pela delicadeza, amabilidade, corteria, graça, elegância, galanteria e garbo. Não há banda como esta, grande primazia.”
– Tomaz Alvarenga, Estado de Minas“Mas nem só da noite vive Curitiba e o sexteto Banda Gentileza está aí para provar isso. O rock do grupo traz influências diversas que vão da música caipira ao cancioneiro folclórico do leste europeu, utilizando nada mesmo do que 16 instrumentos, entre eles alguns pouco usados para se fazer rock como a viola caipira, kazuo, ukelelê e cavaquinho. Nesta miscelânea se destacam as ótimas baladas ‘Pia De Prédio’ e ‘Teu Capricho, Meu Despacho’; ‘Afinal De Contas’, que sintetiza bem a mistura da banda; e a sugestiva ‘O Indecifrável Mistério De Jorge Tadeu’.”
– Bruno Dias, portal da Editora Abril“O que a Gentileza faz é um pop-humanista-marchado-sambado-cigano-bailado, balcânico também, com letras em geral astutas sobre encontros e peculiaridades da vida (não importando muito o nome que se dê para isso, para essa congregação de elementos, mas o gosto dessas ‘ervas’ juntas quando enroladas e misturadas em um mesmo maço).”
– Claudio Szynkier, TramaVirtual“Desculpa, mas não dá para rotular o som da Gentileza. Pela composição da banda e os instrumentos que cada integrante conduz dá para se ter uma ideia disso (…): uma mistura bem amarrada de regionalismos que vão do caipira ao balkan, do samba ao rock, do folclore à valsa.”
– Mayra Maldjian, Guia da Folha“Uma banda que se chama Gentileza atrai curiosidade já pelo nome. E merece atenção quando a simplicidade do título é dissolvida em 12 músicas que fogem daquela fórmula saturada de poucos acordes. De Curitiba, o grupo reuniu uma diversidade de referências sonoras, 16 instrumentos e uma série de jogos de palavras para chegar ao recém-lançado disco de estreia, homônimo, que vem arrancando elogios por onde toca e é ouvido.”
– Mariana Tramontina, portal UOL“A Banda Gentileza valoriza música e letra ou, em outras palavras, é um conjunto que aposta nas canções, umas ligeiras, outras lentas. Tem rock, tem samba, tem mais. Há, sobretudo, o texto de Heitor Humberto, o vocalista, que chama a atenção.”
– Marcio Renato dos Santos, Gazeta do Povo“A banda colore suas músicas com propriedade e com instrumentos diversos que dão um sabor bem diferente. Depois de dois EPs gravados ao vivo (em 2005 e 2007), o sexteto curitibano escolheu o produtor Plínio Profeta – premiado com um Grammy Latino pela produção de Falange Canibal, de Lenine – para arrematar o primeiro trabalho de estúdio deles.”
– Luisa de Sá, portal Oi Novo Som“Coerente com sua filosofia liberal, a Banda Gentileza distribuiu seu primeiro disco de graça. Através de um perfil no Twitter (…) divulgaram um link para que seus seguidores baixassem o álbum. No primeiro mês, 1.300 downloads foram feitos. Os elogios choviam de todos os lados. (…) Ganham destaque os arranjos criativos que a banda imprime nas músicas, das mais simples às mais rebuscadas. Do baixo saem linhas pulsantes, as guitarras e os violões estão sempre se encontrando, os instrumentos ‘convidados’ vez ou outra roubam a cena, como o ukelele e a viola na ótima ‘Teu Capricho, Meu Despacho’.”
– Bruno Reis, Gazeta de Vitória“As citações vão do personagem de novela global Jorge Tadeu, passam pela pacata Jacarezinho e evocam Reginaldo Rossi em apenas uma canção. No disco (…) tem indie rock brasileiro com valsa, samba e balkan music. (…) Essa mistura toda resulta em um mix que vem agradando o público jovem de Curitiba e de todo Brasil.”
– Claudio Yuge, Folha de Londrina“Letras inteligentes e ritmos variados compõem o debut homônimo da Banda Gentileza, que entrou rapidamente na minha lista dos melhores do ano (provavelmente, o melhor nacional).”
– Thaís Cristina, Move That Jukebox!“A mistura de cores na capa do primeiro álbum dos curitibanos da Banda Gentileza dá uma pequena dimensão da sonoridade deste sexteto. Da mesma forma que tons quentes e frios se misturam sobre um simples fundo branco, em seu interior uma infinidade de tons e semitons criam um som inclassificável, emoldurado em letras inteligentes e títulos irônicos que nos trazem diversidade musical com identidade própria.”
– Adriano Moralis, portal Muzplay“Definitivamente, o melhor álbum do ano e um dos tops da década. A estreia da trupe do simpático Heitor Humberto fez balançar os ouvidos atentos a nova música. Aqui mesmo, nessas linhas antenadas, a banda vem aparecendo frequentemente, como essa explicativa e detalhada resenha. Letras, arranjos e qualidade no mínimo geniais. Que nem eu ouvi em algum blog por aí: “O álbum que o Los Hermanos não fez”. Aposto tudo que essa banda ainda irá fazer a música da nova década mudar de cara.”
– Marcos Xi, portal Rock in Press“Em seu álbum de estréia a banda Gentileza conseguiu fazer cumprir as expectativas que seu nome levanta. Mais do que isso, a banda conseguiu criar um trabalho digno de referência para os amantes da mistura MPB, samba, rock, órfãos do Los Hermanos e ávidos por canções com boas sacadas e trocadilhos bem espontâneos. Outros estilos musicais como a polca estão presentes no disco e podem inclusive evoluir nos próximos trabalhos já que este se trata do primeiro álbum da banda. Destaque para as faixas – Afinal de contas e O indecifrável mistério de Jorge Tadeu.”
– Christian Camilo, blog Rock ‘n’ Beats“Apesar de essencialmente pop, o álbum de estreia do sexteto, produzido por Plínio Profeta, não se prende a conceitos pré-estabelecidos. Há samba, rock e MPB, usados para construir canções propriamente ditas, daquelas que funcionam se tocadas apenas ao violão, com uma banda ou com o que for. Você percebe aquela preocupação de quem não está só brincando com possibilidades e esperando o resultado final.”
– Murilo Basso, portal Urbanaque“Agora sem o nome mas ainda com a voz e as cordas de Heitor na banda, o sexteto curitibano foi buscar inspiração até no leste europeu pra compor este CD, gravado em dez dias e produzido por Plínio Profeta (Grammy com Lenine e quase o topo com Tiê nesta modesta lista). Disco coeso, um debute e tanto.”
– Tiago Germano, portal Diversitá“Bom humor, improviso e criatividade são adjetivos que se encaixam perfeitamente à banda Gentileza. Criada nos corredores da Universidade Federal do Paraná, o sexteto criou um estilo próprio que utiliza desde a viola caipira até o saxofone mais todos os instumentos convencionais, modelando uma sonoridade diferente e simpática.”
– Gabriel Caetano, blog Viajando na Contramão“Quem roubou a cena [no Festival Rock de Inverno 2009] mesmo foi a banda de abertura da noite, Banda Gentileza. Com um som límpido e muito bem equalizado, o grupo destilou seu lirismo meio brega com muitos sorrisos nos rostos. Junte música caipira romântica, bandinhas alemãs, Los Hermanos e Cake e você estará perto do som da banda. (…) Com disco recém-gravado e produzido por Plínio Profeta, Heitor e Banda Gentileza aparecem como uma das promessas do cenário independente.”
– Tiago Agostini, portal iG“A segunda noite [do Festival Rock de Inverno 2009] começou a ganhar forma já no início, com o coletivo Heitor e Banda Gentileza fazendo uma apresentação que juntou versos simples e boas doses de romantismo com os mais diversos ritmos (rock, jazz, bossa nova e música brega). Tudo isto misturado a arranjos de sax, violino e trompete acabou criando um clima pra lá de agradável e nostálgico. Heitor controla o palco e prova que é possível transitar entre a MPB e o rock sem soar ‘Los Hermanos demais’. Sem dúvida uma das grandes promessas da nova safra curitibana.”
– Murilo Basso, Scream & Yell“Banda Gentileza, que abriu a noite (do festival Festival Rock de Inverno 2009), mostrou que se pode transitar entre o rock e a mpb sem clonar Los Hermanos.”
– Fernando Rosa, Senhor F“Banda Gentileza vale-se das mesclas sonoras – de Jorge Ben a Gogol Bordello –, da inventividade instrumental – utilizam com bom senso um tanque de lavar roupas, um cassiotone, uma concertina e um violino – e principalmente das letras bem trabalhadas de Heitor Humberto, frontman do grupo criado há quatro anos.”
– Cristiano Castilho, Gazeta do Povo“Sem rótulos. Essa é a melhor definição para a banda curitibana Gentileza. Afinal, com seus seis integrantes que tocam um total de 16 instrumentos fica um pouco difícil colocar um nome no ritmo produzido por eles. (…) Com tantas referências, as influências do sexteto também são as mais variadas. Eles passam pelo samba e ska e esbarram na valsa e música folclórica do leste europeu, isso sem perder a unidade do grupo.”
– Caru Ares, Colherada Cultural“Canções, é o que Heitor sabe fazer, de valsinhas, tangos, baião a música caipira. Nesta sexta-feira, os músicos da Gentileza mostraram que dominam a arte de fazer música pop, sem seguir fórmulas pré-estabelecidas. Inclusive as fórmulas próprias. No concerto [no festival Curitiba Vai Pro Inferno!], recriavam-se a cada canção, fosse pela variação rítmica, fosse pela constante troca de instrumentos entre os integrantes.”
– Luis Fernando Santos e Stephanie Fernandes, Banana Mecânica“Heitor é um vocalista carismático e fanfarrão. Sua banda é realmente gentil com o público [do festival Curitiba Vai Pro Inferno!], executando muito bem as músicas e mantendo o clima de festa. Juntos eles são um espetáculo a parte. Extremamente animados e contagiantes, com uma atmosfera kitsch em sua sonoridade, eles conseguem misturar samba rock, black music e violinos com rock sem jamais perder a identidade. A banda é digna de atenção, que com um pouco mais de tempo se fará ser bastante respeitada no meio musical brasileiro.”
– João Carvalho, Revista Paradoxo“(…) Em seu disco há uma generosa dose de bom gosto e harmonia entre toda a amplitude a que se propõem.”
- Salomão Terra, Opperaa“Com uma pegada diferente, que mistura metais com percussão, riffs e efeitos nas guitarras, além de um baixo e percussão marcantes, a Banda Gentileza estréia mostrando que não tem medo da ‘limitada’ cena brasileira atual. Mas é aquele negócio né, quem arrisca não petisca, e eu arrisco dizendo que esse álbum é dos melhores do ano, e que a promissora carreira da Banda Gentileza está apenas começando.”
– Flávia Andrade, Rock in Press“Com letras em português e fazendo uso de instrumentos tão estranhos a uma banda de rock quanto violino e concertina (um tipo de acordeão), além dos já citados trompete e saxofone, a Banda Gentileza promove uma gostosa mistura de ritmos, fazendo uma ponte entre as férteis cenas atuais do rock alternativo (ou indie, como preferirem) e da MPB.”
– Israel Buma, Bloody Pop“Heitor, vocalista e compositor principal, (…) parece ser o cantador nato, carismático, bem-humorado e versátil, a Sociedade da Grã-Ordem Kavernista toda em um cara só – transita na manha do rockão gritado ao groove guitarreiro, cria jogos poéticos intrincados em estruturas musicais das mais simples. (Não à toa, tocaram uma “Chega de Saudade” antológica [no show realizado na Funhouse, em janeiro de 2008). É o tipo de talento que, ao vivo, transborda caudaloso pros lados da banda e da platéia. Daí que o que nas gravações parecia mecanicismo, no show mostra-se uma opção inteligente e funcional pra banda, porque acomoda, gentil, essa habilidade, e ainda permite que ela se expanda em direção ao nível de divertimento mais precioso – o da inteligência elevada.”
– Diego Franco, Banana Mecânica“Num disco eclético e cercado por influências mais diferente possíveis, talvez nada melhor para fechar o rápido EP do que um samba-rock. Maior com Sétima tem apitos de bateria de escola de samba no início, Heitor chamando todos para dançar e brincando que a língua portuguesa não se importa em como ela é usada, desde que seja num samba dos bons. O que, certamente, é o caso.”
– Romulo Pereira, Banana Mecânica“Se no primeiro disquinho a banda já era digna de atenção, com cinco músicas que traziam um agradável espírito jovem, letras inteligentes e musicalidade livre de amarras, neste novo EP (que tem sete faixas e vem com uma raspadinha da loteria federal de brinde) eles dão seqüência à evolução natural de seu trabalho.”
– Rodrigo Juste Duarte, Folha de Londrina