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Do mundo para o Brasil e de volta para o mundo. Na construção de seu estilo e trajetória, o Garotas Suecas é como um bumerangue musical. Reprocessando influências de ritmos negros americanos (o rock, o funk e o soul) a partir da tradição antropofágica brasileira (o tropicalismo dos Mutantes, a fase roqueira de Roberto Carlos e o groove de Tim Maia), o grupo arrebata fãs dentro e fora do país com o balanço contagiante de seu álbum de estreia, Escaldante Banda.
Lançado em CD e vinil, o disco chegou primeiro aos Estados Unidos, pelo selo californiano American Dust, e marcou o início de uma turnê de 28 apresentações pela terra do Tio Sam, em setembro de 2010. Passando, entre outras cidades, por Nova York, Los Angeles, São Francisco, Chicago e Seattle (onde a banda se apresentou na 40ª edição do festival Bumbershoot, ao lado de artistas como Bob Dylan, Solomon Burke e Booker T.), o frescor retropicalista do Garotas Suecas conquistou plateias estrangeiras, em shows concorridos e críticas rasgadas ao disco e à performance ao vivo de Guilherme Saldanha (voz), Irina Bertolucci (voz e teclado), Tomaz Paoliello (guitarra e voz), Fernando Machado (baixo e voz) e Nico Paoliello (bateria e voz).
Irresistíveis passos de sucesso
Os elogios tecidos ao quinteto paulistano por jornalistas do New York Times, Washington Post, Chicago Reader e National Public Radio, entre muitos outros, celebram a enérgica mistura de estilos e, invariavelmente, evocam a lembrança de outro grupo de jovens que, com um caldeirão de referências musicais e letras em português, tomou de assalto o mercado internacional anos atrás.
Assim como a veterana banda psicodélica formada por Rita Lee, Arnaldo Baptista e Sergio Dias nos anos 60, o Garotas Suecas conseguiu êxito fora do Brasil cantando na língua pátria, sem ficar restrito a círculos de imigrantes saudosos ou à carnavalização da cultura brasileira. Acolhidos no efervescente circuito independente, tocaram nos mesmos palcos que recebem nomes emergentes e consagrados do rock e pop mundial e encantaram celebridades como Drew Barrymore, Kirsten Dunst e Carrie Brownstein (Sleater-Kinney), que se esbaldaram de dançar em seus shows.
A construção da carreira fora do país fez do Garotas Suecas um belo exemplo para outros artistas, como destacou o jornal Folha de S.Paulo em matéria sobre a escalada do grupo no exterior. A turnê e a excelente repercussão de Escaldante Banda são fruto de sementes plantadas em 2008, quando a banda embarcou pela primeira vez para os EUA, sem muita pretensão, para visitar o ex-guitarrista Sérgio Sayeg que morava em Nova York.
Foram apenas alguns shows, mas renderam contatos que hoje proporcionam uma estrutura profissional de promoção e, já no ano seguinte, levaram o Garotas Suecas a lançar o EP Dinossauros, também via American Dust, e realizar mais duas séries de shows em solo norte-americano. As apresentações de 2009 (especialmente o show no festival South By Southwest, considerado um dos mais excitantes do evento pela Spin) despertaram a atenção da imprensa local e desencadearam a coleção de elogios que sustenta o prestígio internacional.
Escaldante Banda também ganhou edição na Europa, em maio de 2011, pelo respeitado selo espanhol Vampi Soul – que ainda colocou na praça um compacto com as canções “Mercado Roque Santeiro” e “Codinome Dinamite” (hit do EP Dinossauros). Ao lançamento, seguiu-se uma turnê pela Espanha passando por um dos principais festivais europeus, o Primavera Sound, em Barcelona, além de shows em Valencia, Zaragoza, Madrid e Salamanca, e uma esticada em Portugal, na cidade de Braga. Os críticos do outro lado do Atlântico também não pouparam adjetivos para comentar o rock-soul-psicodélico do quinteto, destacado nas páginas de diversas publicações, como o jornal El País e o Blitz, principal publicação musical portuguesa.
Turismo interior
Além de abrir novos horizontes de mercado, as viagens foram fundamentais para a guinada estética da banda, que agregou a seu repertório roqueiro influências de funk, soul e música brasileira, garimpadas na loja novaiorquina Tropicalia In Furs e degustadas na estrada entre amigos.
A mutação é notável no som da banda – surgida em 2005 inspirada por artistas como MC5, Sonics e Rolling Stones e registrada em 3 EPs (além do já citado Dinossauros, de 2009, há ainda Hey Hey Hey, São os Garotas Suecas!, de 2006, e Difícil de Domar, 2008). Da fase inicial, mantém-se o apreço pela psicodelia (agora com temperos tropicais e balanço negro) e o entusiasmo juvenil que fez com que Escaldante Banda fosse recebido efusivamente também no Brasil.
Lançado de forma independente por aqui, o disco está disponível gratuitamente no site do grupo. Já atingiu 15 mil downloads, em 10 meses, apareceu em grande número de enquetes e listas de melhores discos nacionais de 2010 (como o Top 10 da Rolling Stone Brasil, as votações da Folha de S. Paulo e d’O Globo, e indicação ao Prêmio Multishow 2011, na categoria Experimente, e ao 7º Prêmio Bravo de Música, na categoria Melhor CD Popular) e ganhou destaque nas páginas de revistas como Época SP, VEJA e Bravo! e de jornais das principais cidades do país, que louvaram a originalidade do Garotas Suecas, para além de mero revivalismo dos melhores momentos de décadas passadas, e seu forte apelo popular.
O talento do grupo para conquistar as massas fica evidente no primeiro videoclipe extraído de Escaldante Banda. Estrelado e coreografado por Jacaré, ex-dançarino do grupo É o Tchan, “Banho de Bucha” mereceu atenção de veículos de todo o país, alçando a música do Garotas Suecas a um público ainda mais amplo do que os fãs que já lotavam seus shows Brasil afora.
Na estratégia para conquistar mais admiradores, soma-se à circulação pelo país (que inclui presença em festivais renomados como Porão do Rock e Planeta Terra) o investimento em videoclipes sagazes. Dirigido por Rafael Aflalo, o garageiro “Difícil de Domar” foi o primeiro e de cara rendeu à banda o prêmio de Aposta MTV na edição de 2008 do Video Music Brasil.
Em seguida, da parceria com Paulinho Caruso, veio “Corina” – uma espécie de curta-metragem em ritmo de aventura. Em 2009, o Garotas Suecas foi novamente indicado à premiação da MTV, agora na categoria Revelação, com mais dois videoclipes na bagagem: “Bugalu”, um plano sequência por ruas grafitadas de São Paulo que, ao final, explode numa festa anárquica; e “Codinome Dinamite”, gravado em Chinatown durante uma das passagens do grupo por Nova York. No VMB 2011, a banda também confirma presença concorrendo nas categorias Melhor Capa (desenhada por Greg McKeighan para Escaldante Banda) e Clipe do Ano, com “Banho de Bucha”.
“Uma estreia pra lá de louvável.” – Leonardo Dias Pereira, Rolling Stone
“Garotas Suecas, bola da vez no novo pop nacional.”
– Jotabê Medeiros, O Estado de S. Paulo
“Se os Mutantes tivessem ouvido menos Beatles e mais Seeds ou Otis Redding, provavelmente soariam como o Garotas Suecas.” – Richard Gehr, Spin Magazine
“Artesãos experientes, os Garotas Suecas costuram cuidadosamente diferentes camadas musicais em uma peça groove potente.” – Jasmine Garsd, NPR (National Public Radio)
“O Garotas Suecas vem com um rock de garagem embebido em soul capaz de deixar os caras da Daptone com inveja. E o White Stripes também.”
– Randy Kennedy, The New York Times
“Palmas, metais, percussões, wah-wah, melodias aprazíveis e grooves soul
imponentes encontram-se e celebram com exuberância.” – Mia Clarke, Time Out Chicago
“Eles somam soul, funk, rock e psicodelia a uma empolgação juvenil que só seus 20 e poucos anos permitem. As letras em português dão o toque exótico e misterioso.”
– Juliana Zambelo, Folha de S. Paulo
“O Garotas Suecas é a prova de que não existe época certa para fazer música boa.”
– Maria Joana Avellar, Revista Noize
“[Em Escaldante Banda] Há a imensa habilidade de conectar vertentes distintas da música brasileira.” – José Flávio Jr., Revista Bravo!
“Caracterizado por um soul eufórico, o trabalho é pontuado por metais e riffs de guitarra em clima de festa de arromba.” – Roberto Nascimento, O Estado de S. Paulo
|| Vídeos
Direção: Arthur Warrene Suza (Massa Real Filmes)
Ano: 2011
“Bugalu”
Direção: Rafa Aflalo e Leo Montico
Pós-produção: Geral Filmes
Ano: 2009
“Codinome Dinamite”
Direção: Artur Kummer e Lilka Hara
Ano: 2009
Garotas Suecas
Local de origem: São Paulo, SP
Imprensa e shows: (11) 7319-8840 e pamela@alavanca.art.br
Fotos em alta resolução (Créditos de Manoela Miklos)
Material técnico: Download (rider de som)
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|| Release
Do mundo para o Brasil e de volta para o mundo. Na construção de seu estilo e trajetória, o Garotas Suecas é como um bumerangue musical. Reprocessando influências de ritmos negros americanos (o rock, o funk e o soul) a partir da tradição antropofágica brasileira (o tropicalismo dos Mutantes, a fase roqueira de Roberto Carlos e o groove de Tim Maia), o grupo arrebata fãs dentro e fora do país com o balanço contagiante de seu álbum de estreia, Escaldante Banda.
Lançado em CD e vinil, o disco chegou primeiro aos Estados Unidos, pelo selo californiano American Dust, e marcou o início de uma turnê de 28 apresentações pela terra do Tio Sam, em setembro de 2010. Passando, entre outras cidades, por Nova York, Los Angeles, São Francisco, Chicago e Seattle (onde a banda se apresentou na 40ª edição do festival Bumbershoot, ao lado de artistas como Bob Dylan, Solomon Burke e Booker T.), o frescor retropicalista do Garotas Suecas conquistou plateias estrangeiras, em shows concorridos e críticas rasgadas ao disco e à performance ao vivo de Guilherme Saldanha (voz), Irina Bertolucci (voz e teclado), Tomaz Paoliello (guitarra e voz), Fernando Machado (baixo e voz) e Nico Paoliello (bateria e voz).
Irresistíveis passos de sucesso
Os elogios tecidos ao quinteto paulistano por jornalistas do New York Times, Washington Post, Chicago Reader e National Public Radio, entre muitos outros, celebram a enérgica mistura de estilos e, invariavelmente, evocam a lembrança de outro grupo de jovens que, com um caldeirão de referências musicais e letras em português, tomou de assalto o mercado internacional anos atrás.
Assim como a veterana banda psicodélica formada por Rita Lee, Arnaldo Baptista e Sergio Dias nos anos 60, o Garotas Suecas conseguiu êxito fora do Brasil cantando na língua pátria, sem ficar restrito a círculos de imigrantes saudosos ou à carnavalização da cultura brasileira. Acolhidos no efervescente circuito independente, tocaram nos mesmos palcos que recebem nomes emergentes e consagrados do rock e pop mundial e encantaram celebridades como Drew Barrymore, Kirsten Dunst e Carrie Brownstein (Sleater-Kinney), que se esbaldaram de dançar em seus shows.
A construção da carreira fora do país fez do Garotas Suecas um belo exemplo para outros artistas, como destacou o jornal Folha de S.Paulo em matéria sobre a escalada do grupo no exterior. A turnê e a excelente repercussão de Escaldante Banda são fruto de sementes plantadas em 2008, quando a banda embarcou pela primeira vez para os EUA, sem muita pretensão, para visitar o ex-guitarrista Sérgio Sayeg que morava em Nova York.
Foram apenas alguns shows, mas renderam contatos que hoje proporcionam uma estrutura profissional de promoção e, já no ano seguinte, levaram o Garotas Suecas a lançar o EP Dinossauros, também via American Dust, e realizar mais duas séries de shows em solo norte-americano. As apresentações de 2009 (especialmente o show no festival South By Southwest, considerado um dos mais excitantes do evento pela Spin) despertaram a atenção da imprensa local e desencadearam a coleção de elogios que sustenta o prestígio internacional.
Escaldante Banda também ganhou edição na Europa, em maio de 2011, pelo respeitado selo espanhol Vampi Soul – que ainda colocou na praça um compacto com as canções “Mercado Roque Santeiro” e “Codinome Dinamite” (hit do EP Dinossauros). Ao lançamento, seguiu-se uma turnê pela Espanha passando por um dos principais festivais europeus, o Primavera Sound, em Barcelona, além de shows em Valencia, Zaragoza, Madrid e Salamanca, e uma esticada em Portugal, na cidade de Braga. Os críticos do outro lado do Atlântico também não pouparam adjetivos para comentar o rock-soul-psicodélico do quinteto, destacado nas páginas de diversas publicações, como o jornal El País e o Blitz, principal publicação musical portuguesa.
Turismo interior
Além de abrir novos horizontes de mercado, as viagens foram fundamentais para a guinada estética da banda, que agregou a seu repertório roqueiro influências de funk, soul e música brasileira, garimpadas na loja novaiorquina Tropicalia In Furs e degustadas na estrada entre amigos.
A mutação é notável no som da banda – surgida em 2005 inspirada por artistas como MC5, Sonics e Rolling Stones e registrada em 3 EPs (além do já citado Dinossauros, de 2009, há ainda Hey Hey Hey, São os Garotas Suecas!, de 2006, e Difícil de Domar, 2008). Da fase inicial, mantém-se o apreço pela psicodelia (agora com temperos tropicais e balanço negro) e o entusiasmo juvenil que fez com que Escaldante Banda fosse recebido efusivamente também no Brasil.
Lançado de forma independente por aqui, o disco está disponível gratuitamente no site do grupo. Já atingiu 15 mil downloads, em 10 meses, apareceu em grande número de enquetes e listas de melhores discos nacionais de 2010 (como o Top 10 da Rolling Stone Brasil, as votações da Folha de S. Paulo e d’O Globo, e indicação ao Prêmio Multishow 2011, na categoria Experimente, e ao 7º Prêmio Bravo de Música, na categoria Melhor CD Popular) e ganhou destaque nas páginas de revistas como Época SP, VEJA e Bravo! e de jornais das principais cidades do país, que louvaram a originalidade do Garotas Suecas, para além de mero revivalismo dos melhores momentos de décadas passadas, e seu forte apelo popular.
O talento do grupo para conquistar as massas fica evidente no primeiro videoclipe extraído de Escaldante Banda. Estrelado e coreografado por Jacaré, ex-dançarino do grupo É o Tchan, “Banho de Bucha” mereceu atenção de veículos de todo o país, alçando a música do Garotas Suecas a um público ainda mais amplo do que os fãs que já lotavam seus shows Brasil afora.
Na estratégia para conquistar mais admiradores, soma-se à circulação pelo país (que inclui presença em festivais renomados como Porão do Rock e Planeta Terra) o investimento em videoclipes sagazes. Dirigido por Rafael Aflalo, o garageiro “Difícil de Domar” foi o primeiro e de cara rendeu à banda o prêmio de Aposta MTV na edição de 2008 do Video Music Brasil.
Em seguida, da parceria com Paulinho Caruso, veio “Corina” – uma espécie de curta-metragem em ritmo de aventura. Em 2009, o Garotas Suecas foi novamente indicado à premiação da MTV, agora na categoria Revelação, com mais dois videoclipes na bagagem: “Bugalu”, um plano sequência por ruas grafitadas de São Paulo que, ao final, explode numa festa anárquica; e “Codinome Dinamite”, gravado em Chinatown durante uma das passagens do grupo por Nova York. No VMB 2011, a banda também confirma presença concorrendo nas categorias Melhor Capa (desenhada por Greg McKeighan para Escaldante Banda) e Clipe do Ano, com “Banho de Bucha”.
|| O que disseram
“Uma estreia pra lá de louvável.” – Leonardo Dias Pereira, Rolling Stone
“Garotas Suecas, bola da vez no novo pop nacional.”
– Jotabê Medeiros, O Estado de S. Paulo
“Se os Mutantes tivessem ouvido menos Beatles e mais Seeds ou Otis Redding, provavelmente soariam como o Garotas Suecas.” – Richard Gehr, Spin Magazine
“Artesãos experientes, os Garotas Suecas costuram cuidadosamente diferentes camadas musicais em uma peça groove potente.” – Jasmine Garsd, NPR (National Public Radio)
“O Garotas Suecas vem com um rock de garagem embebido em soul capaz de deixar os caras da Daptone com inveja. E o White Stripes também.”
– Randy Kennedy, The New York Times
“Palmas, metais, percussões, wah-wah, melodias aprazíveis e grooves soul
imponentes encontram-se e celebram com exuberância.” – Mia Clarke, Time Out Chicago
“Eles somam soul, funk, rock e psicodelia a uma empolgação juvenil que só seus 20 e poucos anos permitem. As letras em português dão o toque exótico e misterioso.”
– Juliana Zambelo, Folha de S. Paulo
“O Garotas Suecas é a prova de que não existe época certa para fazer música boa.”
– Maria Joana Avellar, Revista Noize
“[Em Escaldante Banda] Há a imensa habilidade de conectar vertentes distintas da música brasileira.” – José Flávio Jr., Revista Bravo!
“Caracterizado por um soul eufórico, o trabalho é pontuado por metais e riffs de guitarra em clima de festa de arromba.” – Roberto Nascimento, O Estado de S. Paulo
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Direção: Arthur Warrene Suza (Massa Real Filmes)
Ano: 2011
“Bugalu”
Direção: Rafa Aflalo e Leo Montico
Pós-produção: Geral Filmes
Ano: 2009
“Codinome Dinamite”
Direção: Artur Kummer e Lilka Hara
Ano: 2009
“Corina”
Direção: Direção: Paulinho Caruso
Ano: 2007