Convidada a participar do projeto O Sonho Não Acabou, que celebra a carreira solo de John Lennon, Stela Campos leva o clássico Plastic Ono Band ao palco do SESC Consolação na próxima quinta-feira, 9 de setembro, a partir das 19h30, em show gratuito.
Acompanhada por Clayton Martin (guitarra), Missionário José (baixo), Vini Pardinho (bateria) e com reforço de Léo Monstro (Lulina) nos teclados, Stela reconstrói canções como “Mother”, “Remember” e “God”, gravadas por Lennon e Yoko Ono após a dissolução dos Beatles.
“É o álbum mais visceral do John Lennon. Ele estava naquela onda da terapia do ‘grito primal’”. Tudo é confessional ao extremo, desesperado. ‘I Found Out’, com aquela guitarra percussiva, parece antecipar algo do punk; e a sessão gritada de ‘Well Well Well’ certamente foi bem ouvida por Kurt Cobain do Nirvana. O álbum tem também um lado mais introspectivo, folk, com o qual me identifico muito – coisas como ‘My Mummy’s Dead’ e ‘Working Class Hero’”, comenta a cantora.
Considerando por muitos críticos o melhor disco solo do compositor, Plastic Ono Band (1970) é um álbum conceitual, baseado nas experiências do casal com a terapia Primal do psicoterapeuta Arthur Janov. Confessional, expressa traumas ligadas ao abondono pelos pais, a morte da mãe e outros temas ligados a infância de Lennon.
O projeto O Sonho Não Acabou celebra a memória de John Lennon, morto há 30 anos, que completaria 70 anos em 2010 e traz também Vanguart tocando Imagine, na terça (07), às 15h; Mockers relendo Double Fantasy, com participação de Juliana R., na quarta (08), às 19h30; e Laura Lavieri relembrando Wall and Bridges, na sexta (10), também às 19h30.
O SONHO NÃO ACABOU
Stela Campos toca Plastic Ono Band
Quinta, 09 de setembro, às 19h30
SESC Consolação: Rua Dr. Vila Nova, 245 – Vila Buarque – São Paulo, SP
Grátis
(11) 3234-3000
Stela Campos interpreta Plastic Ono Band
Acompanhada por Clayton Martin (guitarra), Missionário José (baixo), Vini Pardinho (bateria) e com reforço de Léo Monstro (Lulina) nos teclados, Stela reconstrói canções como “Mother”, “Remember” e “God”, gravadas por Lennon e Yoko Ono após a dissolução dos Beatles.
“É o álbum mais visceral do John Lennon. Ele estava naquela onda da terapia do ‘grito primal’”. Tudo é confessional ao extremo, desesperado. ‘I Found Out’, com aquela guitarra percussiva, parece antecipar algo do punk; e a sessão gritada de ‘Well Well Well’ certamente foi bem ouvida por Kurt Cobain do Nirvana. O álbum tem também um lado mais introspectivo, folk, com o qual me identifico muito – coisas como ‘My Mummy’s Dead’ e ‘Working Class Hero’”, comenta a cantora.
Considerando por muitos críticos o melhor disco solo do compositor, Plastic Ono Band (1970) é um álbum conceitual, baseado nas experiências do casal com a terapia Primal do psicoterapeuta Arthur Janov. Confessional, expressa traumas ligadas ao abondono pelos pais, a morte da mãe e outros temas ligados a infância de Lennon.
O projeto O Sonho Não Acabou celebra a memória de John Lennon, morto há 30 anos, que completaria 70 anos em 2010 e traz também Vanguart tocando Imagine, na terça (07), às 15h; Mockers relendo Double Fantasy, com participação de Juliana R., na quarta (08), às 19h30; e Laura Lavieri relembrando Wall and Bridges, na sexta (10), também às 19h30.
O SONHO NÃO ACABOU
Stela Campos toca Plastic Ono Band
Quinta, 09 de setembro, às 19h30
SESC Consolação: Rua Dr. Vila Nova, 245 – Vila Buarque – São Paulo, SP
Grátis
(11) 3234-3000